Como um fundo investiu em IA denominada em compute e energia — não só em dólares — com downside lastreado em hardware.
Ilustrativo — baseado em conversas com design partnersO Horizon queria exposição a IA, mas não gostava de pagar preços de equity no pico por empresas cujo valor era, em boa parte, GPUs alugadas. Cheques tradicionais não lhe davam colateral nem liquidez até um exit distante.
O Horizon investiu via CFE em Compute-SAFEs padronizados — posições lastreadas por compute e energia reais, custodiadas sob o ADGM e, com o tempo, negociáveis no mercado secundário. Sua exposição passou a ser parcialmente colateralizada em hardware, em vez de puramente especulativa.
Pela primeira vez nosso book de IA tem colateral por baixo — e um caminho de liquidez que não depende de um único exit.Ilustrativo — fundo focado em IA, composto