Como uma robótica Série A financiou um treino de seis meses em H200 com um Compute-SAFE em vez de caixa.
Ilustrativo — baseado em conversas com design partnersA maior linha de despesa da Aurora era um treino de seis meses com oito GPUs H200 — cerca de US$ 158 mil em caixa que ela teria levantado de forma diluitiva só para entregar a uma nuvem. Pagar o compute em dinheiro significava levantar mais cedo e diluir mais cedo, com todo o risco de preço e uptime das GPUs sobre a startup.
Um datacenter parceiro investiu o compute como um Compute-SAFE de US$ 1M (cap de US$ 25M, 20% de desconto, saque em seis meses), precificado pelo Oracle. A Aurora usava o compute conforme treinava; uma cláusula de SLA rolava qualquer mês abaixo de 95% de uptime sem diluição extra. Nada converte até a próxima rodada precificada da Aurora.
Transformamos a linha mais assustadora do nosso orçamento em equity diferido e com teto — e mantivemos o caixa para os engenheiros.Ilustrativo — fundador composto, robótica Série A